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30/6/2005 - Assistente de Trani assume Finanças em Diadema

A assistente do economista Sérgio Trani, Adelaide Maia Moraes, assume a partir desta quarta a secretaria de Finanças de Diadema. Formada pela Universidade São Judas, a economista exercia desde fevereiro o cargo de assistente na pasta. Anteriormente, de março a dezembro de 2004, Adelaide foi secretaria de Finanças de Ribeirão Pires no lugar de Francisco Funcia, que atualemte é coordenador do curso de Ciências Econômicas do Imes (Universidade Municipal de São Caetano do Sul).

Funcia, aliás, era uma das opções sugeridas para ocupar a secretaria em Diadema. Ele, inclusive, chegou a ser convidado, já que um grupo dentro do governo defendia o nome de alguém com larga experiência em administração pública e que estivesse fora do governo. Nesse caso, o favorito era Funcia. Mas prevaleceu a vontade de outro grupo, que defendia a indicação de alguém da equipe de Trani, gerando uma transição mais tranqüila.

Nesta terça, Trani participou de seu último ato como secretário de Finanças de Diadema e prestou contas das finanças públicas dos primeiros quatro meses do ano aos vereadores. Entre os dados mostrados, está o crescimento de 6% da receita tributária no primeiro quadrimestre em relação ao mesmo período do ano passado. Mesmo assim, a dívida consolidada da Prefeitura passa de R$ 330 milhões, o que representa 98,5% do orçamento anual do Executivo.

Discussão – O líder da bancada do PSDB, Lauro Michels, cobrou de Trani uma ação mais eficiente em relação ao pagamento dos precatórios, que representa hoje custo de R$ 260 milhões. O tom das críticas do parlamentar foi duro, chegando até a sugerir irregularidades. A vereadora Irene dos Santos (PT) saiu em defesa de Trani e classificou as acusações de Michels como “irresponsáveis”.Apesar da continuidade na pasta, agora como titular, Adelaide não vê os precatórios como o grande problema financeiro. Para ela, o maior desafio após seqüestro de R$ 7,5 milhões em abril, determinado pela Justiça para o pagamento de precatórios, é ajustar as despesas do poder público. “Vamos rever todos os contratos assinados pela Prefeitura e tentar diminuir os gastos”, prevê

Fonte: Diário do Grande ABC (SP)

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