10/2/2005 - Justiça solta 25.628 atrasados da URV até abril
SÃO APOSENTADOS QUE GANHARAM A AÇÃO DE REVISÃO ENTRE OUTUBRO E NOVEMBRO DO ANO PASSADO E QUE AGORA RECEBERÃO A DIFERENÇA À VISTA
A Justiça paga até o mês de abril os atrasados (valores que não foram pagos nos últimos cinco anos) de 25.628 aposentados e pensionistas que ganharam a ação de revisão pela URV (Unidade Real de Valor) entre outubro e novembro no Juizado Especial Federal Previdenciário de São Paulo.
O valor total a ser pago é de R$ 208,7 milhões. Esses atrasados são de, no máximo, R$ 15.600 (60 salários mínimos), o teto pago pelos juizados.
O pagamento vinha sendo feito um mês depois do julgamento das ações. No entanto, o prazo aumentou para até dois meses devido ao longo processo de conferência da lista de beneficiários entre o juizado, o INSS e o governo.
A RPV (Requisição de Pequeno Valor) -nome dado aos atrasados pela Justiça- para esses aposentados já foi solicitada ao Tesouro Nacional, e o dinheiro foi liberado. Agora, está havendo a conferência da lista dos beneficiários antes de eles serem chamados para receber os valores na Caixa Econômica Federal. Isso pode ocorrer em março ou abril, dependendo de quando terminar a conferência da lista. Pagamento
A Caixa avisa aos aposentados e pensionistas sobre o crédito dos atrasados por carta. Cerca de uma semana antes, as correspondências são enviadas pelos Correios.
O pagamento é feito por agendamento. Na carta, os aposentados e pensionistas serão informados do endereço da agência e a hora para receber os seus atrasados.
Caso o beneficiários não possa comparecer no local e hora agendados, haverá um telefone, na própria carta, para remarcação e também, para tirar dúvidas. O pagamento é feito apenas nas agências indicadas na correspondência.
É bom lembrar que os atrasados da revisão da URV só são pagos agora, à vista, aos aposentados que têm menos que R$ 15.600 para receber.
Os outros devem optar entre receber apenas o teto e o valor integral pago por precatório. A opção deve ser feita pessoalmente no Juizado Especial Federal Previdenciário (av. Paulista, 1.345, região central da capital). (TS)
Fonte: Agora (SP)
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